Eu, inocente? Estou em dúvida!
Boa noite!
No meio de todo esse tumulto no senado e de tantas notícias para lá e para cá uma me chamou a atenção, foi quando o Excelentíssimo Senhor senador da república Federal do Brasil Renan Calheiros disse que não havia votado. Abstenção.
Acho que nem mesmo o meliante preso em flagrante dá essa resposta, pois quando questionado sobre o que fez, a resposta é sempre a mesma: "sou inocente dr."
Pois é gente, acreditem, o réu tinha dúvida sobre sua inocência ou culpabilidade. Ele se absteve de votar. Não é intrigante.
Segundo ele, o silêncio depois de 120 dias de debates e discussões era a melhor resposta. Sou obrigado a concordar desta vez com o senador. O silêncio é a melhor resposta para quem não tem como responder.
Como responder as seguintes perguntas:
Como vender bois para empresas inexistentes?
Como pagar um aluguel de 4500 reais em dinheiro?
Por quê usar o favor de um amigo empresário e empreiteiro com tantos funcionários a disposição para fazer um favorzinho?
Como obter um lucro de 67% sobre a venda de bois se o máximo que o setor consegue é 15%?
Existem milhares de outras, mas como disse o senador, o silêncio é a melhor resposta para quem não tem o que responder.
Brasil, um pais de poucos!
Escrito por Ed às 23h03
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Planejamento
Boa noite!
Há algumas semanas que vem sendo debatido a prorrogação da CPMF. O famoso imposto do cheque, mas que abocanha bem do que as movimentações com os cheques. Qualquer operação na sua conta corrente, lá está os 0,38%. Pouquíssimas operações estão livres. O deputado pernambucano Silvio Costa, que é suplente do Secretário de turismo do estado, o Excelentíssimo Sr. José Chaves, afirmou em rede nacional que hoje o governo não tem como abrir mão desse imposto, pois o previsto para ser arrecadado esse ano é algo em torno de 60 bilhões de reais. Mas uma pergunta me inquieta: A CPMF foi criada no governo FHC em 1999 com data de óbito prevista para 2003. Ao chegar o ano de 2003, ela foi prorrogada, na época sob muita discussão. Mas foi prorrogada para 2007. O governo já era o do Lula, então, se o Lula sabia que em 2007 a CPMF iria morrer ou ser prorrogada, por quê não se preparou para isso?
Temos duas opções para esta indagação: Ou o governo não quis se preparar para essa queda no orçamento ou foi incompetente? Eu fico com a primeira opção.
Vem sendo noticiado a cada mês o recorde de arrecadação da receita federal. Salvo engano, o valor arrecadado em excesso equipara-se a ausência que faria a CPMF nos cofres públicos. Sei dos problemas estruturais que o Brasil enfrenta, a falta de investimentos e também a falta de recursos para tantos problemas sociais, mas, acho inadimissível que o governo defenda a permanência da CPMF baseando-se na falta que vai fazer o dinheiro já que ele sabia que um dia iria faltar.
O governo federal é obrigado pela constituição a fazer o plano plurianual, o chamado PPP. Devido essa imposição legal, o ministério do planejamento deveria ter preparado o governo, seja diminuindo gastos ou buscando mecanismos para aumentar a arrecadação(isso sem onerar ainda mais o contribuinte). Mas não o fez.
Qualquer ser humano, por mais simples que seja, se prepararia para esse dia. Mas como tudo tem sempre o jeitinho brasileiro, deixa-se para última hora e diz que se não aprovarem a prorrogação vai faltar dinheiro para o leite das crianças. Eita Brasil!
Brasil, um país de poucos!
Escrito por Ed às 22h16
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Independência ou Morte
Apreciem este maravilhoso texto da advogada, artista plástica e diretora pedagógica Cibele Meyer.
"Independência ou Morte!"
Viver sem independência é preferível morrer! Este é o nosso grito que ecoa desde 1822.
A tão sonhada liberdade banhada por raios fúlgidos. Nunca conseguiu brilhar no céu da nossa Pátria. Apesar de termos, braço forte, Nunca conseguimos conquistar o penhor da liberdade! E no seio da Pátria Mãe, aconchega-nos, para que não, Precisemos desafiar o nosso peito a própria morte.
Tu que és Pátria, tão amada! Por nós idolatrada! Salve-nos!! Salve-nos!!
De amor e de esperança, descemos à terra. Seguindo o céu risonho e límpido, E um cruzeiro resplandecente! Deixando-nos morrer numa fronteira Em busca de um sonho intenso!
Gigante, pela própria natureza. Que te fez tão cobiçada. Eras bela e antes forte como um colosso, Teu futuro não mais espelha a grandeza, Nem de mata, nem de água, Nem de honra, nem de nada...
Tu que és Pátria, tão amada! Por nós idolatrada! Salve-nos!! Salve-nos!!
Do que a terra mais garrida, Protege teus filhos! Para que não sejam confundidos, E mortos,
Em casa alheia. Para que não precisem, Arriscar a vida, Em terra que não se USA
Tu que és Pátria, tão amada! Por nós idolatrada! Salve-nos!! Salve-nos!!
Brasil! "Mostra a tua cara!". O que ostentas afinal?
Para onde foi o verde-louro desta flâmula? Que foi glória no passado, E jamais será paz no futuro. Erguida a clava forte, Aqui jaz, Justiça! Verás que os filhos teus Não temem, só tomam.
E mesmo assim, terra adorada! Entre outras mil, És tu, Brasil. Oh! Pátria amada! Tu que fostes mãe gentil Aos filhos desta terra, Brasil!
Salve-nos!! Salve-nos!!
Escrito por Ed às 14h35
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De Camelô a Palestrante
| Achei essa entrevista garimpando na internet e resolvi partilhar. |
Naísa Modesto
Um homem com gestos espontâneos, sorriso no rosto e linguagem popular. Esse jeito diferente, aliado a uma visão simples e eficiente, levou David Portes de vendedor de doces a palestrante renomado.
O homem que fez sua vida com uma barraca de doces no Centro do Rio de Janeiro desenvolveu táticas exemplares de venda e fidelização de clientes, deixou muito empresário admirado com suas estratégias e fez sua fama – dando entrevista até para a rede norte-americana de televisão CNN.
O guru do Maketing que não se enquadra nos padrões de professor já recebeu diversos prêmios e até concorreu ao The Bizz Awards 2006, na categoria Palestrante do Ano, o que lhe proporcionou uma viagem aos Estados Unidos.
Em uma conversa com o Jornal Carreira & Sucesso, o ex-camelô conta sobre o começo sofrido ao lado da esposa grávida e suas idéias para satisfazer o cliente.
Jornal Carreira & Sucesso: Como você começou a vender doces? David Portes: Faz muito tempo, são 19 anos. Era bóia-fria e trabalhava na roça para uma família. Fui para o Rio de Janeiro (RJ) em busca de um sonho. Na época, já era casado e minha esposa foi comigo para o Rio. Quando cheguei, arrumei um emprego de motorista na Polygram e com o tempo aluguei um barraco na Rocinha – com um quarto – e pagava com o meu salário. Mas a empresa me mandou embora - naquela época a Polygram já não estava muito bem - e eu não queria voltar para o interior. Ficamos na capital dormindo na rua. Catava latinha na praia. Um dia, quando fui encontrar minha esposa, ela estava passando muito mal, sentia dores e tinha de ser medicada. Eu precisava de R$ 12 para comprar o medicamento. Em vez de comprá-lo, mudei meu rumo e comprei R$ 12 em doces. Eu não sabia que tinha este dom de encantar e conquistar os meus clientes – em duas horas vendi todos os doces. Pude comprar o remédio e com o restante do dinheiro fiz meu capital de giro e continuei vendendo.
C & S: Quando você perdeu seu emprego, pensou em voltar para o interior? Portes: Não, achei que todas aquelas dificuldades me serviriam como um ensinamento, foi uma prova de Deus. Ele fechou uma porta e eu tenho certeza de que naquele momento que eu não comprei o remédio foi ele quem me deu essa luz. Veja bem, um cara que nunca estudou e hoje dá palestras no mundo todo, ganha prêmio nos Estados Unidos...
C & S: Naquela situação em que vocês estavam, deixar de comprar o remédio e apostar nos doces era bastante arriscado. Você pensou que isso podia dar errado? Portes: Sim, poderia ter dado tudo errado, mas para você poder sair da vida difícil, você tem de arriscar. Aquela era minha única saída naquele momento. Depois ainda tinha de pagar o porteiro do prédio na região em que trabalhava porque foi ele quem me emprestou os R$ 12. Fui comprando e vendendo até conseguir montar a banca. Com um ano de funcionamento, ela já estava bombando.
C & S: Essa atitude foi mais uma questão de visão ou de sobrevivência? Portes: Não sei. Tinha de devolver o dinheiro emprestado e comprar o remédio da minha esposa: era eu ou o porteiro (risos). Foi atitude e coragem. Eu tinha de fazer isso, esse era o caminho. Não tem como mudar: a história tinha de acontecer comigo.
C & S: Como conseguiu montar a banca? Portes: Isso foi fruto de muito trabalho. Vendendo e comprando, vi a necessidade de trabalhar com mais tipos de doces. Em um ano, já tinha 280 itens na banca, e com isso as vendas cresceram - quanto mais produtos você oferece mais crescem as vendas. A diversidade de produtos atraiu um número maior de clientes. Outra coisa: desde aquela época já separei os produtos na banca como loja de departamento. Tinha o setor dos produtos diet e o de refrigerados, por exemplo. Até "drive thru" e call center tinha. (risos) Só o McDonald’s e a Banca do David tinham. Coloquei dois cones próximos ao meio-fio e coloquei a placa indicando "drive thru". O pessoal parava com o carro no sinal aproveitava para fazer o pedido e levávamos no carro. Esse também foi um diferencial. É o que eu digo: o cliente é nosso rei, a gente tem de encantá-lo, e não o contrário. Temos de fidelizá-lo e, para isso, é preciso fazer diferente.
C & S: Como surgiu a idéia de criar uma pequena central de atendimento na banca? Portes: Fazemos pesquisas e descobrimos que as pessoas queriam isso. Muita gente trabalha naqueles prédios altos e não tem como descer para ir até a banca. Colocamos uma caixa de sugestões na banca e perguntamos a elas qual o serviço poderíamos oferecer para atender melhor. Era isso mesmo, queriam o "delivery". Isso há 18 anos, naquela época, quase ninguém fazia isso. Ao lado da banca, havia três orelhões e passamos a usá-los para isso. Até que a Telemar descobriu, tirou os telefones dali e colocou numa outra esquina. Tive de comprar um celular e, assim, comecei o call center – fiz cartões e mandei distribuir. Depois disso veio a loja virtual. Vi a necessidade de colocar um catálogo de produtos online para a pessoa poder escolher o que queria. Isso até me ajudou a liberar a linha do call center, porque não a ocupávamos mais com ligações de gente que queria saber o que tinha na banca. É muito mais prático. É o que eu disse: faça diferente. Deixe o atendimento como um marco para o cliente.
C & S: Isso foi determinante para o sucesso da banca? Portes: É atitude. Tem de ter atitude para fazer as coisas. Para mim, isso é tudo. Não tenho medo de cometer erros, vou sempre em busca de fazer diferente, não fico estacionado – essa é a grande sacada. Hoje em dia, todos os produtos estão num patamar só, por isso a grande sacada é criar um atendimento diferenciado: atender bem, com carinho, com um sorriso, e inovar!
C & S: O senhor falou em fidelização dos clientes. Como trabalhava isso? Portes: De várias maneiras: com brinde, com atendimento e fazendo com o que o cliente se sentisse bem. Para abrir um negócio, tem de ter um sorriso, porque um sorriso abre todas as portas e também abre as carteiras (risos).
C & S: E as promoções? São criações suas também? Portes: Sim, até hoje! Quem cuida da banca são meus irmãos, que vieram da roça para trabalhar comigo. Sou eu quem cria, mas são eles que ficam com o dinheiro (risos). Deixei a coisa bem estruturada para eles.
C & S: Dessas promoções, qual você acha mais interessante? Portes: Lá na banca temos os "Davizetes", moças e rapazes que são contratadas para fazer pesquisa e chamar a atenção das pessoas também. Percebi que a venda da seção de doces tinha caído, e com essas pesquisas ficou constatado que os clientes estavam indo mais ao dentista em razão do aparecimento de cáries. Pensei: por que não proteger a saúde dos cliente? Eu não perco o cliente e ele não perde o dente (risos). Criei a promoção "Dente Limpo", que consistia num cartão de "milhas" com as figuras dos 32 dentes. Quem queria, podia se cadastrar para participar da promoção. Foram mais ou menos 500 participantes. A cada compra que faziam com valor mínino de R$ 3, ganhavam um dos dentinhos do cartão. Quando completasse os 32 dentes, o cliente ganhava uma limpeza de tártaro e aplicação de flúor. Hoje o David suja, mas depois manda limpar (risos)!
C & S: Quantos clientes têm cadastro na banca hoje? Portes: Temos uma base com mais de 5 mil clientes, mas muda muito. O ponto é de grande circulação, é um centro comercial. Estamos sempre nos renovando, cativando as pessoas novas.
C & S: Como você se tornou palestrante? Portes: Fui descoberto por um jornalista. Fazia meu Marketing lá na banca e o Ricardo Boechat passou por lá e achou interessante. Imagina só um camelô fazendo Marketing na calçada! Depois saiu na mídia - apareci na Exame, na Veja, na Meio & Mensagem - e o que eu estava fazendo foi aparecendo cada vez mais. José Carlos Teixeira, que já trabalhava com profissionais de Marketing, estava organizando um evento em São Paulo para 180 grandes empresários, entre eles Antônio Ermírio de Moraes: era o 12º Fórum de Marketing Industrial. Ele me convidou para participar e contar sobre o meu trabalho, e eu fui. As pessoas gostaram muito, e por isso começaram a me chamar para dar palestras. Isso faz sete anos, já fiz 730 palestras!
C & S: Qual o próximo passo? Portes: Este ano vamos ter a franquia da Banca do David Café. Devemos inaugurar a primeira em novembro, e vamos partir para o Brasil todo. A banca faz parte de toda minha história e é como um ponto de turismo. A idéia agora é mostrar toda essa história para as pessoas e colocar à disposição dos clientes na loja uma biblioteca, venda de souvenirs e a parte da cafeteria.
C & S: E a banca que deu origem a tudo isso? Portes: Ainda existe! A banca e uma loja. Fica na av.Presidente Wilson [Rio de Janeiro], em frente à Academia Brasileira de Letras.
C & S: Quando começou a trabalhar, oferecer os produtos e atender os clientes já sabia que essas eram estratégias de Marketing? Portes: Não sabia nada. Aliás, até hoje eu não sei (risos)! Não sei o que é isso não, só sei que faço direito. Já competi com palestrantes da área de Marketing e ganhei prêmios sem nunca ter estudado Marketing na vida. Sou autodidata. Bolo minhas idéias sozinho, sem apoio de livros. Hoje citam bastante meu case nas faculdades. Isso é bacana, ainda mais por eu não ter estudado, faço as coisas intuitivamente. Sabia que precisava fazer alguma coisa para me diferenciar dos meus concorrentes e, assim, encantar e fidelizar o cliente.
C & S: O que você coloca nas suas palestras hoje em dia? Portes: Falo um pouco da minha vida, de como comecei, para motivar as pessoas e mexer com a emoção. Depois falo do crescimento da banca, de Marketing, dou dicas e organizamos dinâmicas. Também falo de vendas e mostro como fazemos o atendimento.
C & S: Quais características suas o ajudaram a chegar tão longe? Portes: Simplicidade, empatia, tratar as pessoas com transparência e fazer as coisas certas. Uso sempre a velha máxima: "é dando que se recebe". Numa mão aberta, as coisas saem tanto quanto entram. Numa mão fechada, nem entra, nem sai. Trato as pessoas com respeito e carinho. Um gesto negativo é como uma gota de veneno num balde com água: contamina tudo! Temos sempre de buscar algo positivo. |
Escrito por Ed às 12h12
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Recomeço
Olá gente, boa tarde.
Depois de um longo e tenebroso inverno, aparece o sol no horizonte e as nuvens se dissipam lentamente. Estava relendo os últimos comentários que eu fiz e resolvi voltar a escrever, ou melhor, tentar interpretar em palavras, minhas poucas e más idéias.
Então já que estou começando, vou falar de recomeço, um tema não muito explorado não é verdade...? (começar com mentiras é complicado)
O santa cruz vai ter que recomeçar, o sport e nautico também vão recomeçar. Todos vão recomeçar. Luiz Inácio Lula da Silva, vai recomeçar a governar. Mendoncinha vai recomeçar a não viver comendo do governo. Jarbas é que vai começar. Humberto já recomeçou no imip, onde está fazendo um trabalho. Tomara que Alckimin não recomece a exercer a medicina novamente. José Jorge é que vai recomeçar mesmo, achou que seria uma boa idéia ser vice de Alckimin e se ferrou sem mandato. Mas vamos parar de falar de politica. Recomeçar é sempre muito bom.
Espero contar com o apoio e as críticas dos meus poucos leitores.
Uma boa tarde.
ed
Escrito por Ed às 19h17
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Estou de férias, só volto a escrever em 13/03/2006. UM cheirão a todos...
Escrito por Ed às 16h48
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Culpas e Desculpas
Bom dia.
Você está cheio de culpas? Então arrume um monte de desculpas e tudo estará resolvido, ou pelo menos nós achamos que estará.
Desde o princípio que o ser humano sempre vai arrumando desculpas, inventando histórias, ou melhor, enrolando mesmo para tirar o peso das suas costas dos erros e falhas cometidas.
Quem bebe sempre arranja uma desculpa para beber. Se estou feliz, bebo porque estou feliz, é preciso comemorar. Se estou triste e cheio de problemas, bebo para esquecer as tristezas.
Colocar a culpa nos outros é uma ótima desculpa. Quando algo de ruim nos acontece, sempre queremos culpar algo ou alguém, é como se fosse um instinto natural. E nessa ânsia as vezes ficamos cegos e injustos e terminamos magoando as outras pessoas por nossa necessidade de sempre querer culpar algo. Se você bate atrás de um carro, o erro foi dele, ele parou bruscamente. Mas se alguém bate na trazeira do seu carro, ele não manteve a distância necessária.
Assumir erros sem desculpas e sem tentar culpar ninguém é algo muito bom, reflete maturidade, humildade. Espero que alcancemos este nível de convivência.
Escrito por Ed às 10h30
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Zelo
Você já conviveu com alguém ciumento? Se você ainda não experimentou essa prova de fé, cuidado, após um relacionamento com alguém extremamente ciumento você nunca mais será o mesmo.
Se você esquece o celular em casa e alguém liga te procurando, a mulher já acha que é a outra e já diz que foi a (acho que não deveria usar esse termo aqui, mas estou sendo forçado para traduzir melhor o sentimento) rapariga que ligou. Não sabe ela que foi seu amigo te procurando na hora do almoço. Se você está no trabalho e ela liga e você não está na sala, é porque saiu para um motel com alguém, não sabe ela que você foi a sala da diretoria.
Isso são apenas algumas poucas situações que presenciei. Chega a ser engraçado. É uma roupa com um cheiro diferente, a hora que você chegou, a hora que você saiu. Quem ligou, para quem você ligou. Algumas pessoas conseguem ser brilhantes no ato de criar histórias, fatos, coisas fictícias.
Pergunto novamente: Você já conviveu com alguém assim? Se ainda não, prefira estar sozinho a ter que conviver com um ser humano com esse grave defeito, pois sua vida vai virar um inferno. Sua paciência vai ser provada até o limite. Sua tolerância vai ser lapidada, aprimorada ou você vai enlouquecer. Antes só do que mal acompanhado, já diz um pensamento.
Escrito por Ed às 10h01
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Superação
"Um campeão se mostra na derrota, na força pra lutar quando já cansou..."
Acho essa frase uma das mais lindas que já ouvi. Ela está contida numa música cantada por Fábio Júnior.
Ser derrotado, perder, ser humilhado. Superar tudo isto, eis um grande desafio. Muitos se enclausuram, adoecem, enlouquecem por terem perdido um emprego, cometido um erro, terem fracassado num projeto, serem rejeitado.
Desistir sempre parece mais fácil que continuar. Você tentaria criar um objeto, algo mais de 100 vezes? Existiu alguém que tentou mais de 2000, Thomas Edison, ele inventou a lâmpada. Você concorreria a alguma candidatura depois de ter perdido mais de 7 eleições anteriores? Abraham Lincon tentou e tornous-se um dos maiores presidentes dos estados unidos. Cristovam Colombo conseguiu seu objetivo depois de seu projeto ser rejeitado várias vezes. 19 anos depois ele descobriu a América. Você esperaria tanto tempo para alcançar um objetivo?
Lutar, insistir, não esmorecer quando tudo parece adverso requer força, determinação, privação, não perder o alvo de vista. Você consegue?
Toda derrota, toda perda, é no fundo uma derrota mesmo? A vida nos traz grandes surpresas e uma delas é olharmos o passado e reclassificarmos as derrotas e as perdas, como vitórias, pois, algumas derrotas são vitórias. Pense nisso.
Escrito por Ed às 10h29
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Erros e acertos
Boa tarde diletos!
A nossa vida é sempre um risco. Sempre estamos correndo o risco de acertar e de errar. A nossa mente ela está sempre em funcionamento. Estamos sempre pensando. Coisas boas, coisas ruins, pensamentos profundos, outros simples, lembrando algum fato, querendo apagar outros e assim vamos seguindo nossa estrada. E nesse turbilhão de pensamentos e idéias, a nossa mente sempre está traduzindo e interpretando as coisas que vemos, ouvimos, lemos. E essas interpretações nos causam alguns problemas. Alguns graves de difícil solução, outros engraçados, nos quais podemos rir a vontade.
As vezes é engraçados ver casais discutindo por problemas inexistentes simplesmente porque um interpretou uma frase mal ouvida, ou viu alguma cena e já tirou suas conclusões precipitadas. Políticos se agredindo porque uma proposta foi mal interpretada, porque foi escrito de forma meio complicada e não tão explícita. Tudo culpa da nossa mania de interpretar as coisas.
As vezes queremos dar significados as coisas que não tem significados. Lembro do filme O Homem Nu, não lembro bem o roteiro e não sei o motivo, o personagem principal terminou tendo que correr pelas ruas da cidade totalmente nu, de repente aparece a notícia e já chamam um psicólogo para explicar o fenômeno do homem nu. E o tal especialista já deu seu parecer: "Ele está fazendo isso como um ato de revolta, como uma busca pela liberdade... etc... bla, bla,bla." Não bateu com nada. Ele estava nu por outro motivo totalmente diferente. Mas este exemplo serve para nós aprendermos a olhar algumas coisas sem tentar interpretá-las. Aceitar o que de fato está sendo mostrado. Sei que nem tudo é como parece ser. Precisa ser analisado, interpretado. Mas algumas coisas não.
Tentar traduzir atos, gestos, palavras, na maioria das vezes vai nos trazer sérios problemas. Então a solução é perguntar, procurar ouvir melhor, ver melhor antes de concluírmos algo e criarmos um problema.
Escrito por Ed às 14h22
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Menos teoria
Todo dia circulam na internet milhões de mensagens de otimismo, esperança, falando como devemos viver, como nos comportar em meio aos problemas, as turbulências desse mundo que nos parece tão tenebroso. Vivendo o presente o futuro as vezes nos parece meio aterrador.
Essas mensagens de otimismo são ótimas para ler, mas para a dura realidade, são apenas analgésicos mentais que nos aumentam a esperança de dias melhores. Elas são importantes, fazem o seu efeito em nosso íntimo. Nos estimulam a continuar, a criar boas expectativas de que as coisas vão melhorar. Mas o que queria ressaltar aqui não são os malefícios nem os benefícios de tais mensagens. Quero refletir e levar você também a pensarmos na necessidade que temos de agirmos em benefício alheio. Mandar mensagens de esperança e otimismo é muito bom, tem o seu efeito, mas precisamos agir, precisamos arregaçar as mangas e ajudar as pessoas.
Adianta você dizer a alguém que está com fome para ter fé e esperança que as coisas vão melhorar um dia. Não amigo, você precisa é dar um pouco de comida e depois de alimentado o faminto, ai você pode comentar e tentar ajudá-lo com uma palavra de carinho e atenção. Precisamos sermos mais altruístas, mais humanos, menos egoístas. O mundo só será melhor quando deixarem de circular mensagens de otimismo e passarem a circular mais pessoas ajudando umas as outras. Eu tenho feito muito pouco para ajudar as pessoas que precisam, principalmente as que estão perto de mim. Mas eu quero mudar, quero mudar o mundo e para isso eu preciso mudar primeiro a mim. E você?
Escrito por Ed às 14h16
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Olhando a vida sem emoção
Depois das festas de fim de ano, voltamos nós a realidade da vida. Os sonhos e os projetos programados para o começo do ano, começam a ser implementados, outros só vão ficar na promessa e na esperança de um dia serem colocados em prática. Durante as comemorações do reveillon, fiquei olhando as pessoas se confraternizarem, se abraçarem, desejarem tudo de bom umas as outras. Como não sou muito fã dessas comemorações, fico meio alheio a tudo isto. Comecei a ponderar e a olhar tudo isto sem um pouco de emoção, ou melhor, sem emoção nenhuma.
O que é o reveillon, porque tanta comemoração? Severamente olhando, só foi mais um dia que se foi e em seguida surgiu outro. Um mês que terminou e um ciclo de doze meses também. Mas para o mundo não é bem assim. Ou melhor, boa parte do mundo. Emocionalmente falando, para as pessoas é um recomeço, uma esperança que surgi novamente. É aquele otimismo de que vai ser diferente, vai ser tudo novo. Vou começar a malhar, vou estudar mais, vou viver melhor, vou isso, vou aquilo. Essa sensação diminui o impacto da realidade. O que seria de nós se olhássemos a vida só pela realidade?
Imagine uma partida de futebol: Tem coisa mais sem graça do que 22 homens correndo atras de uma bola tentando colocá-la dentro de um figura geométrica coberta com uma rede de pesca? É amigo, se olharmos sem emoção parece ridículo. Mas imagine um mundo sem um copa do mundo? A vida seria bem mais triste. O que seria do beijo sem o fogo da paixão, do desejo? Só duas bocas que se tocam, trocando fluídos e bactérias. Pareceria nojento. A emoção torna nossa vida melhor, dá mais sentido as coisas sem sentido.
Boa noite a todos.
Escrito por Ed às 19h36
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Batendo de Frente
“As vezes se apaixonar é inevitável...” disse Mário Quintana. Não vou criar uma discussão com relação a essa frase. O caso é que ela vem a calhar . Só queria destacar um problema que estou encontrando em algumas pessoas com as quais tenho convivido ultimamente: a necessidade de se apaixonar, de encontrar alguém.
Todos nós temos necessidade de amar, de sermos amados. Mas viver em função disso, acredito que está prejudicando a sociedade como um todo. Tudo o que é propaganda, a maioria delas, sempre passa a imagem das pessoas sempre felizes, mas sempre com alguém do lado. Será verdade que só quem pode ser feliz é quem tem alguém?
Poderíamos comparar, resguardadas as devidas proporções, que só é feliz quem tem um carro novo, só é feliz quem é casado com alguém heterossexual, só é feliz quem é milionário, só é feliz quem tem saúde? Acredito que não. Felicidade é um contexto, nunca algo isolado. E o que existe na vida são momentos felizes, pois as vezes sua vida profissional vai bem, e você tem motivos de sobra para sorrir com ela, mas em casa, pode se estar passando por problemas graves ou ao contrário.
A sociedade também contribui para esse pressionamento que os solteiros sofrem. Estar sozinho parece que se torna motivo de chacota: é donzelo, boiado, encalhado, está sobrando. No interior mulheres solteiras que já passaram dos trinta são chamadas de moças velhas. É preciso haver uma conscientização de que as pessoas podem e devem ser felizes vivendo fora do que é chamado de “convencional” pela sociedade. Pode-se viver solteiro e feliz, ou casado e feliz. Pode-se ter muito dinheiro e estar feliz, ou não. O importante é que você e eu, detectemos o que nos torna felizes e deixar a sociedade pensar o que quiser. É difícil suportar a pressão, ir na contramão do mundo, mas é importante para sua felicidade plena.
Escrito por Ed às 17h23
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Mensagem Especial para você
Não vou desejar feliz natal, nem feliz ano novo. Isso você vai receber muito.
Quero desejar é que você mude, muito, mude mesmo, mas para melhor neste novo ano, pois é preciso mudar muito para continuar sendo o mesmo. Que você valorize ainda mais os seus poucos ou muitos amigos, os de perto e os de longe, os presentes, e os ausentes. Imagine suas festas sem um único amigo, seria triste não seria? Então convide muitos amigos, conhecidos, colegas e curta estas festas envolvido pelas pessoas que você gosta. Abrace a muitos. Mas principalmente abrace aquele homem ou mulher que você conhece e o encontrar caminhando sozinho na rua, não tenha medo, ou receio, pois talvez seja você quem vai dar o único abraço que ele irá receber nesta noite.
Que você coloque sua melhor roupa. É. Pode ser aquela nova que você comprou, use-a. Mas não se preocupe se você não tem uma roupa nova para usar, eu também não tenho, ainda estou pagando a minha, comprei-a parceladamente, e a cada ano que passa, eu pago uma parcela. A roupa que estou pagando para um dia poder usar é a que vai me vestir de serenidade, de humildade, de amor, e de fraternidade, e vai me proteger do frio da arrogância, da hipocrisia, do egoísmo e do funesto orgulho. E é essa roupa que eu quero que você compre e use também. As outras só mudam a nossa aparência, não mudam o nosso interior.
Não desejo que você simplesmente seja feliz neste novo ano, eu desejo é que você corra em busca da sua felicidade. Tá pensando que a vida é fácil? Ela não vai vir até você, é preciso ir buscá-la. E não pense que ela estará sempre lá na frente, ela pode estar hoje perto de você, só esperando que você olhe para o lado. Tente transformar seus sonhos em realidade. E depois, valorize as suas conquistas. Lembre-se que na maioria das vezes você alcançará sua felicidade mediante suor e lágrimas. Mas não se preocupe com os tropeços, eles sempre o empurram para a frente.
"A vida é você quem faz"
Esse é o meu desejo para você.
Ed
Escrito por Ed às 18h28
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Quanta Demagogia!
Bom dia Amigos.
Ontem assisti um pouco do discurso do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Amapá, quando inaugurou algumas obras. E fiquei extremamente chateado, não com o seu discurso especificamente, mas por saber que existe uma linha maléfica entre todos os políticos, antigos e os futuros também. É a linha da auto exaltação. Vou explicar melhor:
Já comentei anteriormente aqui mesmo a finalidade e o objetivo de um político quando está na administração pública. O que acontece é que durante a gestão e mesmo após, nas próximas campanhas políticas, estes "homens públicos" usam tudo o que fizeram durante o seu mandato para sua promoção. Isso não é nenhuma novidade para vocês, mas, o que me deixa deveras irritado com isto, é porque esta é a obrigação deles. Eles foram eleitos para fazerem alguma coisa e se fazem, não estão indo além da obrigação. É essa visão que eles não têm que me deixa chateado. O fato de usar o que fizeram e mostrarem nas campanhas utilizando como argumentos para mostrarem competência, isso é até aceitável, mas esbravejar como se tivessem feito algo impensável, como se fosse um sacrifício que fizeram em prol do povo e do brasil, isso já chega a ser ridículo.
Quando se paga uma dívida não se está fazendo mais do que a obrigação. Imagine, você pega o dinheiro emprestado com alguém e depois devolve. Que ato heróico existe nisso? Mas para o presidente foi um ato digno de uma medalha de honra ao mérito. É muito bom para o Brasil quitar suas dívidas, desafogar o caixa e poder melhorar seu fluxo de caixa para futuros investimentos, mas daí a ser um ato memorável e digno de ser registrado nos anais da história do Brasil, é inaceitável e também é de muita demagogia política.
Políticos, não sei se é um mal necessário.
Escrito por Ed às 10h21
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